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VII EDITION

THE PARADOX OF OUR TIMES

Is that we have taller buildings, but shorter tempers
Wider freeways, but narrower viewpoints
We spend more, but we have less.

We have bigger houses, but smaller families
More conveniences, but less time.
We have more degrees, but less sense
More knowledge, but less judgement
More experts, but more problems
More medicines, but less wellness.

We have multiplied our possessions, but reduced our values.
We talk too much, love too seldom, and hate too often
We have learnt how to make a living, but not a life.
We have added years to life, but not life to years.
We’ve been all the way to the moon and back
But have trouble crossing the street to meet the new neighbour.
We have conquered outer space, but not inner space.
We’ve cleaned up the air, but polluted our soul.
We’ve split the atom, but not our prejudice.
We’ve higher incomes, but lower morals.
We’ve become long on quantity but short on quality.

These are the times of tall men, and short character;
Steep profits, and shallow relationships.
These are the times of world peace, but domestic warfare,
More leisure, but less fun; more kinds of food, but less nutrition.

These are the days of two incomes, but more divorces;
Of fancier houses, but broken homes.
It is a time when there is much in the show window, and nothing in the stockroom.
A time when technology can bring this letter to you,
And a time when you can choose,
Either to make a difference …. or just hit, delete.

(EN)

Jardins Efémeros (JE; Ephemeral Gardens) is a multidisciplinary cultural happening organized in the town of Viseu, Portugal, with a strong experimental component, which aims to enhance the connection and interface between the numerous agents who make “Viseu happen”, (city, artists, curators, researchers, universities, cultural, social, commercial and touristic organizations; companies, museums, citizens and even its visitors).

The theoretical assumptions which sustain the basic principles of its rationale materializes in the creative transformation of the perception of what the city is and what it could be, in the relationship between local, national and international creators; in the construction of collaborations between the public and the private sector and the creators from the most diverse areas; and in the enhancement of competences and happenings never created before.

All of this in the idyllic scenery of a “Babylonian garden” set in the granite squares, which reaffirm its innovative and creative character in the country’s national scene, concerning the cultural production that includes the interaction and transforming ability of the landscape of the historical center of Viseu. (Centro Histórico de Viseu, CHV).

The programme includes the reflection on values such as active citizenship and social architecture, increasing critical and original ability; artistic expressions, performances in sound and visual arts, which the population hardly ever has access to in a public space.

These values are stable and result from a cautious urban contemporary and experimental programme and art direction, which rely on the continued contribution of several creators, researchers, universities, social workers, companies and organizations within the scope of a variety of areas such as: Visual Arts, Architecture, Cinema, Sound, Dance, Theatre, Metropolis, Markets and Workshops.

Although this is only its sixth edition, Jardins Efémeros is already a brand of the town. It has been affirming itself as one of the most cutting-edge and singular national and international cultural productions in its 6 years of existence. Its original format is planned for the town of Viseu, and its multidisciplinary and experimental configuration has no other comparable project in Portugal.

(PT)

Os Jardins Efémeros (JE) são uma realização cultural multidisciplinar feita na cidade de Viseu, com forte componente experimental, que tem como objectivo maior potenciar a relação entre os vários agentes que “fazem acontecer a cidade de Viseu” (município, artistas, curadores, investigadores, universidades, associações culturais, sociais, de comércio, turísticas, empresas, museus, cidadãos, escolas e mesmo os seus visitantes). O objectivo é que essas relações estabelecidas em projectos específicos resultantes dos JE possam ser um ensaio e início de realizações futuras autónomas.

A utilização dos espaços icónicos como a Sé de Viseu, a Igreja da Misericórdia, museus, capelas, edifícios públicos, privados e devolutos, jardins, logradouros, praças ou o edificado do centro histórico (casas, lojas e edifícios industriais) permite que os visitantes tenham uma experiência diferente da habitual na visita à cidade de Viseu. Os espectáculos, exposições ou actividades, culturais e educativas a que nos propomos têm como objectivo sensibilizar a população e os visitantes para a cidadania e valorização do património, respeitando-o profundamente.

É nosso dever programar para todos e com todos, oferecendo aos viseenses e a todos os que nos visitam actividades às quais habitualmente não têm acesso em contexto de espaço público.

A experimentação é um valor do qual não abdicamos como expressão de liberdade criativa e crítica. Uma ferramenta potenciadora de dinâmicas inovadoras no pensamento individual e colectivo da população.

Um dos objectivos dos JE é integrar as associações locais, artistas e empresas, e levá-las a experimentar novas formas de colaboração através das práticas artísticas e, em último reduto, à experimentação e à educação pela arte. O programa promove a reflexão sobre valores como a cidadania activa e a arquitectura social, potenciando a capacidade crítica e imaginativa, distribuída pelas várias áreas de intervenção propostas, que normalmente são pouco acessíveis.

Os pressupostos teóricos que sustentam os princípios básicos desta programação resultam na transformação criativa da percepção da cidade, preparada no seu centro na relação entre criadores locais, nacionais e internacionais, no estabelecimento de colaborações entre o sector público e privado, e criadores nas mais diversas áreas que promovem a invenção ou reinvenção de várias redes possíveis e no aumento de competências e realizações nunca antes estabelecidas. Tudo isto num cenário idílico de um “jardim babilónico” em praças onde impera o granito, reafirmando o carácter inovador e diferenciador no panorama nacional, no que diz respeito à produção cultural com interacção e capacidade transformadora da paisagem do Centro Histórico de Viseu (CHV).

Estes valores são estáveis e decorrentes de uma cuidada direcção artística e programação de carácter urbano, contemporâneo e experimental, com os contributos continuados de vários criadores, investigadores, universidades, assistentes sociais, empresas e associações, e reflectidos nas áreas: Artes Visuais, Arquitectura, Cinema, Som, Dança, Teatro, Pólis, Mercados e Oficinas.

Embora apenas na sua VII edição, os Jardins Efémeros são já uma marca da cidade, tendo vindo a afirmar-se como uma das produções culturais mais singulares, com reconhecimento nacional e internacional. O seu formato original foi concebido para a cidade de Viseu e a sua configuração multidisciplinar e experimental não tem outro projecto comparável em Portugal.

VII EDITION

THE PARADOX OF OUR TIMES

Is that we have taller buildings, but shorter tempers
Wider freeways, but narrower viewpoints
We spend more, but we have less.

We have bigger houses, but smaller families
More conveniences, but less time.
We have more degrees, but less sense
More knowledge, but less judgement
More experts, but more problems
More medicines, but less wellness.

We have multiplied our possessions, but reduced our values.
We talk too much, love too seldom, and hate too often
We have learnt how to make a living, but not a life.
We have added years to life, but not life to years.
We’ve been all the way to the moon and back
But have trouble crossing the street to meet the new neighbour.
We have conquered outer space, but not inner space.
We’ve cleaned up the air, but polluted our soul.
We’ve split the atom, but not our prejudice.
We’ve higher incomes, but lower morals.
We’ve become long on quantity but short on quality.

These are the times of tall men, and short character;
Steep profits, and shallow relationships.
These are the times of world peace, but domestic warfare,
More leisure, but less fun; more kinds of food, but less nutrition.

These are the days of two incomes, but more divorces;
Of fancier houses, but broken homes.
It is a time when there is much in the show window, and nothing in the stockroom.
A time when technology can bring this letter to you,
And a time when you can choose,
Either to make a difference …. or just hit, delete.

(EN)

Jardins Efémeros (JE; Ephemeral Gardens) is a multidisciplinary cultural happening organized in the town of Viseu, Portugal, with a strong experimental component, which aims to enhance the connection and interface between the numerous agents who make “Viseu happen”, (city, artists, curators, researchers, universities, cultural, social, commercial and touristic organizations; companies, museums, citizens and even its visitors).

The theoretical assumptions which sustain the basic principles of its rationale materializes in the creative transformation of the perception of what the city is and what it could be, in the relationship between local, national and international creators; in the construction of collaborations between the public and the private sector and the creators from the most diverse areas; and in the enhancement of competences and happenings never created before.

All of this in the idyllic scenery of a “Babylonian garden” set in the granite squares, which reaffirm its innovative and creative character in the country’s national scene, concerning the cultural production that includes the interaction and transforming ability of the landscape of the historical center of Viseu. (Centro Histórico de Viseu, CHV).

The programme includes the reflection on values such as active citizenship and social architecture, increasing critical and original ability; artistic expressions, performances in sound and visual arts, which the population hardly ever has access to in a public space.

These values are stable and result from a cautious urban contemporary and experimental programme and art direction, which rely on the continued contribution of several creators, researchers, universities, social workers, companies and organizations within the scope of a variety of areas such as: Visual Arts, Architecture, Cinema, Sound, Dance, Theatre, Metropolis, Markets and Workshops.

Although this is only its sixth edition, Jardins Efémeros is already a brand of the town. It has been affirming itself as one of the most cutting-edge and singular national and international cultural productions in its 6 years of existence. Its original format is planned for the town of Viseu, and its multidisciplinary and experimental configuration has no other comparable project in Portugal.

(PT)

Os Jardins Efémeros (JE) são uma realização cultural multidisciplinar feita na cidade de Viseu, com forte componente experimental, que tem como objectivo maior potenciar a relação entre os vários agentes que “fazem acontecer a cidade de Viseu” (município, artistas, curadores, investigadores, universidades, associações culturais, sociais, de comércio, turísticas, empresas, museus, cidadãos, escolas e mesmo os seus visitantes). O objectivo é que essas relações estabelecidas em projectos específicos resultantes dos JE possam ser um ensaio e início de realizações futuras autónomas.

A utilização dos espaços icónicos como a Sé de Viseu, a Igreja da Misericórdia, museus, capelas, edifícios públicos, privados e devolutos, jardins, logradouros, praças ou o edificado do centro histórico (casas, lojas e edifícios industriais) permite que os visitantes tenham uma experiência diferente da habitual na visita à cidade de Viseu. Os espectáculos, exposições ou actividades, culturais e educativas a que nos propomos têm como objectivo sensibilizar a população e os visitantes para a cidadania e valorização do património, respeitando-o profundamente.

É nosso dever programar para todos e com todos, oferecendo aos viseenses e a todos os que nos visitam actividades às quais habitualmente não têm acesso em contexto de espaço público.

A experimentação é um valor do qual não abdicamos como expressão de liberdade criativa e crítica. Uma ferramenta potenciadora de dinâmicas inovadoras no pensamento individual e colectivo da população.

Um dos objectivos dos JE é integrar as associações locais, artistas e empresas, e levá-las a experimentar novas formas de colaboração através das práticas artísticas e, em último reduto, à experimentação e à educação pela arte. O programa promove a reflexão sobre valores como a cidadania activa e a arquitectura social, potenciando a capacidade crítica e imaginativa, distribuída pelas várias áreas de intervenção propostas, que normalmente são pouco acessíveis.

Os pressupostos teóricos que sustentam os princípios básicos desta programação resultam na transformação criativa da percepção da cidade, preparada no seu centro na relação entre criadores locais, nacionais e internacionais, no estabelecimento de colaborações entre o sector público e privado, e criadores nas mais diversas áreas que promovem a invenção ou reinvenção de várias redes possíveis e no aumento de competências e realizações nunca antes estabelecidas. Tudo isto num cenário idílico de um “jardim babilónico” em praças onde impera o granito, reafirmando o carácter inovador e diferenciador no panorama nacional, no que diz respeito à produção cultural com interacção e capacidade transformadora da paisagem do Centro Histórico de Viseu (CHV).

Estes valores são estáveis e decorrentes de uma cuidada direcção artística e programação de carácter urbano, contemporâneo e experimental, com os contributos continuados de vários criadores, investigadores, universidades, assistentes sociais, empresas e associações, e reflectidos nas áreas: Artes Visuais, Arquitectura, Cinema, Som, Dança, Teatro, Pólis, Mercados e Oficinas.

Embora apenas na sua VII edição, os Jardins Efémeros são já uma marca da cidade, tendo vindo a afirmar-se como uma das produções culturais mais singulares, com reconhecimento nacional e internacional. O seu formato original foi concebido para a cidade de Viseu e a sua configuração multidisciplinar e experimental não tem outro projecto comparável em Portugal.