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«…NÃO APAGUEM AS LUZES, s.f.f. !!! (aforismos luminosos)» Arte Pública

Artes Visuais
YWK (Yndo Wamos Ká)
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Projecto de intervenção cultural por agitação poética-filosófica-política-artística (incógnita e clandestina) de “arte pública”, tendo como técnica de materialização a pichagem com máscara, o stencil (a “máscara de imprimir” a pouchoir) com tintas de cores: preto, vermelho e/ou cor fluorescente. E como suporte de intervenção as paredes públicas da nossa urbanidade pós-moderna (apática, desatenta, acrítica, alienada … esquizoide).

Intervenção artística de rua, de agitação cultural, por meio de alguns slogans poético-filosóficos, como sibilinos comentários críticos a par de imagens-ícones grafados ambos em empenas cegas e muros urbanos devolutos e/ou degradados. Sendo, contudo, uma intervenção condicionada aos parâmetros imperativos de uma urbanidade esclarecida, subordinada a normas básicas de bom-senso cívico e acrescido discernimento do que são respeitáveis bens patrimoniais públicos. Portanto, de modo anti-vandalista.

Lema comum do grupo: «Nada do que é humano me é estranho, e nada do que é desumano me deve ser indiferente» Terêncio & André Glucksmann.

O conteúdo substantivo das várias intervenções baseia-se na temática histórico-ideológica-filosófica das LUZES (ou melhor dizendo) do ILUMINISMO. A partir de uma recolha selectiva criteriosa de aforismos edificantes dos filósofos franceses das luzes: François-Marie Arouet (aliás) VOLTAIRE, Jean-Jacques ROUSSEAU, Denis DIDEROT, Jean le Ron D’ALEMBERT e Charles Louis de Secondat, Barão de la Brède e de MONTESQUIEU.

Prevista a cobertura de registo fotográfico da intervenção (para memória futura).

Prevista ainda no mesmo âmbito temático das intervenções uma linha de t-shirts alusivas ao ILUMINISMO.

les incroyables, 2015

 

 

 

 

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Projecto de intervenção cultural por agitação poética-filosófica-política-artística (incógnita e clandestina) de “arte pública”, tendo como técnica de materialização a pichagem com máscara, o stencil (a “máscara de imprimir” a pouchoir) com tintas de cores: preto, vermelho e/ou cor fluorescente. E como suporte de intervenção as paredes públicas da nossa urbanidade pós-moderna (apática, desatenta, acrítica, alienada … esquizoide).

Intervenção artística de rua, de agitação cultural, por meio de alguns slogans poético-filosóficos, como sibilinos comentários críticos a par de imagens-ícones grafados ambos em empenas cegas e muros urbanos devolutos e/ou degradados. Sendo, contudo, uma intervenção condicionada aos parâmetros imperativos de uma urbanidade esclarecida, subordinada a normas básicas de bom-senso cívico e acrescido discernimento do que são respeitáveis bens patrimoniais públicos. Portanto, de modo anti-vandalista.

Lema comum do grupo: «Nada do que é humano me é estranho, e nada do que é desumano me deve ser indiferente» Terêncio & André Glucksmann.

O conteúdo substantivo das várias intervenções baseia-se na temática histórico-ideológica-filosófica das LUZES (ou melhor dizendo) do ILUMINISMO. A partir de uma recolha selectiva criteriosa de aforismos edificantes dos filósofos franceses das luzes: François-Marie Arouet (aliás) VOLTAIRE, Jean-Jacques ROUSSEAU, Denis DIDEROT, Jean le Ron D’ALEMBERT e Charles Louis de Secondat, Barão de la Brède e de MONTESQUIEU.

Prevista a cobertura de registo fotográfico da intervenção (para memória futura).

Prevista ainda no mesmo âmbito temático das intervenções uma linha de t-shirts alusivas ao ILUMINISMO.

les incroyables, 2015