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Memento Mori

Artes Visuais
Liliana Velho, Maria de Betânia, Ricardo Correia
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Local
Rua D. Duarte, 51
Horário
Sexta e Sábado 11h00 > 00h00 | Restantes dias 15h00 > 00h00

Memento Mori significa em latim «lembra-te da morte». Este conceito descreve as representações visuais da morte no final da idade média. Estas representações assumiam diferentes formas, podiam ser objectos do nosso quotidiano ou obras de arte e decoração. A sua finalidade era de relembrar as pessoas da sua mortalidade.

Interessa-nos representar/construir memórias. O corpo depois da morte é “desconstruído” e desaparece. Mas a sua presença permanece no mundo através de objectos, que ganham novos significados contextuais depois da morte. Para os enlutados este é um processo de reparação, um relembrar do corpo extinto. Objectos mundanos e sem valor adquirem um significado novo e intenso, como símbolos de um triunfo sobre a perda. O que sentimos diante de determinado objecto, espaço ou cheiro é profundamente marcado pelo nosso passado e experiências pessoais e singulares.

 Memento Mori consiste na instalação de objectos inspirados nas antigas relíquias e oratórios. Objectos com histórias próprias, alguns usados outros novos, que carregam e transportam memórias. O elemento luz é aqui explorado estando presente em cada peça exposta, procurando recriar um ambiente intimista e transcendente, quase sagrado, como aquele que encontramos nas igrejas, explorando a luz como parte de algo divino.

Liliana Velho

Formou-se em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2009. Nos anos seguintes trabalhou como professora de Artes Visuais e formadora na área da Cerâmica. Em 2012, concluiu o mestrado em ensino de Artes Visuais na Escola Universitária das Artes de Coimbra. Actualmente vive em Viseu e trabalha no seu atelier, desenvolvendo projectos na área das artes plásticas e ensino artístico. O seu trabalho é caracterizado pelo recurso à bi e à tridimensionalidade, destacando-se o desenho livre e expressivo, a cerâmica artística e a escultura em papel.

 Maria de Betânia

Viseu 1983. Vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho artístico varia entre a escultura cerâmica e o desenho, onde recorre frequentemente ao universo da Animalia para abordar temas como a Morte, o Espiritual e o Evolucionismo no Homem. > www.facebook.com/iambetania

Ricardo de Almeida Correia

Nasceu numa aldeia de Viseu, em 1985. Em 2010 termina o curso de Artes Plásticas – Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Dá por si a fazer um estágio na galeria 3 + 1 Arte Contemporânea e começa a trabalhar no M.U.D.E. Com um pensamento pós-moderno, recorre a diversos meios de expressão como o desenho, a pintura e a instalação para abordar temas como o corpo, a sexualidade e o universo feminino; preocupações que o acompanham desde a sua infância. Actualmente partilha atelier com outros artistas, onde desenvolve projectos na área das artes plásticas.

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Memento Mori significa em latim «lembra-te da morte». Este conceito descreve as representações visuais da morte no final da idade média. Estas representações assumiam diferentes formas, podiam ser objectos do nosso quotidiano ou obras de arte e decoração. A sua finalidade era de relembrar as pessoas da sua mortalidade.

Interessa-nos representar/construir memórias. O corpo depois da morte é “desconstruído” e desaparece. Mas a sua presença permanece no mundo através de objectos, que ganham novos significados contextuais depois da morte. Para os enlutados este é um processo de reparação, um relembrar do corpo extinto. Objectos mundanos e sem valor adquirem um significado novo e intenso, como símbolos de um triunfo sobre a perda. O que sentimos diante de determinado objecto, espaço ou cheiro é profundamente marcado pelo nosso passado e experiências pessoais e singulares.

 Memento Mori consiste na instalação de objectos inspirados nas antigas relíquias e oratórios. Objectos com histórias próprias, alguns usados outros novos, que carregam e transportam memórias. O elemento luz é aqui explorado estando presente em cada peça exposta, procurando recriar um ambiente intimista e transcendente, quase sagrado, como aquele que encontramos nas igrejas, explorando a luz como parte de algo divino.

Liliana Velho

Formou-se em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2009. Nos anos seguintes trabalhou como professora de Artes Visuais e formadora na área da Cerâmica. Em 2012, concluiu o mestrado em ensino de Artes Visuais na Escola Universitária das Artes de Coimbra. Actualmente vive em Viseu e trabalha no seu atelier, desenvolvendo projectos na área das artes plásticas e ensino artístico. O seu trabalho é caracterizado pelo recurso à bi e à tridimensionalidade, destacando-se o desenho livre e expressivo, a cerâmica artística e a escultura em papel.

 Maria de Betânia

Viseu 1983. Vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho artístico varia entre a escultura cerâmica e o desenho, onde recorre frequentemente ao universo da Animalia para abordar temas como a Morte, o Espiritual e o Evolucionismo no Homem. > www.facebook.com/iambetania

Ricardo de Almeida Correia

Nasceu numa aldeia de Viseu, em 1985. Em 2010 termina o curso de Artes Plásticas – Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Dá por si a fazer um estágio na galeria 3 + 1 Arte Contemporânea e começa a trabalhar no M.U.D.E. Com um pensamento pós-moderno, recorre a diversos meios de expressão como o desenho, a pintura e a instalação para abordar temas como o corpo, a sexualidade e o universo feminino; preocupações que o acompanham desde a sua infância. Actualmente partilha atelier com outros artistas, onde desenvolve projectos na área das artes plásticas.