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JARDIM ERRANTE

Arquitectura > Atelier do Rossio
Atelier do Rossio | Álvaro Pereira (arquitecto coordenador), Filipa Trigoso (arquitecta), Hugo Almeida (arquitecto) | 2015
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Local
Rua do Comércio/Rua Chão de Mestre
Mecenas
SPAR Supermercados

A grande questão da arquitectura, de facto, é a do lugar, a de ‘ter lugar’ no espaço. O estabelecimento de um lugar que até então não existia e que é compatível com o que nele terá lugar um dia, isto é um lugar.

Jacques Derrida

 

Reflectindo sobre o estado actual das nossas vidas onde tudo está em constante mutação, procura-se com esta peça a interacção com as pessoas e o lugar, levantando questões sobre nós próprios enquanto usufruidores do espaço urbano que nos circunda.

Quem sou? Onde estou? Para onde vou?

Estas questões materializam-se, assim, numa intervenção arquitectónica móvel que pode ser tudo e, de outra forma, pode ser nada. Pode ser um boémio que errantemente percorre a cidade, estabelecendo diálogo com os lugares onde vai passando e permanecendo, e com os quais vai interagindo e transformando-se.

A peça torna-se assim num objecto que vai sofrendo metamorfoses conforme o contexto que a rodeia: um auditório, um palco, um jardim, uma lanterna, um simples espaço de estar e reflectir, um mero ponto na imensidão da cidade, sendo uma ponte de sincronia com o lugar e as pessoas, criando assim um roteiro de acontecimentos.

A peça consiste numa estrutura metálica em forma de caixa, parametricamente subdividida em secções triangulares. Esta estrutura é revestida por uma pele composta por elementos em cortiça negra e folha de flandres, que podem ser rebatidos ou removidos, criando um jogo dinâmico entre cheios e vazios. O jardim é composto por um canteiro interior de onde nasce uma árvore e por vasos que pontualmente se apropriam do “exterior da pele”. A peça está acoplada a um quadriciclo que permite a sua deslocação através da força motora humana.

Com tudo isto pretendemos que estas performances provoquem e suscitem questões acerca deste constante movimento, onde tudo é efémero.

FAÇA-SE LUZ!

 

Atelier do Rossio

Surgiu em Outubro de 2012, com um colectivo de três jovens, dois arquitectos e um engenheiro civil. Da sua actividade,  destacam-se  diferentes  escalas  de intervenção, desde  a   reabilitação  de   espaços   interiores, passando  pelo desenho de  peças de  mobiliário,  desenho e estratégia de  identidade gráfica e design e, mais recentemente, um hotel  rural, uma  casa  mortuária, um edifício de  exposição, uma  adega e  vários  edifícios  industriais, mostrando um  pouco esta versatilidade de desenho em diferentes tipologias de intervenção.

> “Entre Aduelas” (2013)

>   “Casulo” (2014)

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A grande questão da arquitectura, de facto, é a do lugar, a de ‘ter lugar’ no espaço. O estabelecimento de um lugar que até então não existia e que é compatível com o que nele terá lugar um dia, isto é um lugar.

Jacques Derrida

 

Reflectindo sobre o estado actual das nossas vidas onde tudo está em constante mutação, procura-se com esta peça a interacção com as pessoas e o lugar, levantando questões sobre nós próprios enquanto usufruidores do espaço urbano que nos circunda.

Quem sou? Onde estou? Para onde vou?

Estas questões materializam-se, assim, numa intervenção arquitectónica móvel que pode ser tudo e, de outra forma, pode ser nada. Pode ser um boémio que errantemente percorre a cidade, estabelecendo diálogo com os lugares onde vai passando e permanecendo, e com os quais vai interagindo e transformando-se.

A peça torna-se assim num objecto que vai sofrendo metamorfoses conforme o contexto que a rodeia: um auditório, um palco, um jardim, uma lanterna, um simples espaço de estar e reflectir, um mero ponto na imensidão da cidade, sendo uma ponte de sincronia com o lugar e as pessoas, criando assim um roteiro de acontecimentos.

A peça consiste numa estrutura metálica em forma de caixa, parametricamente subdividida em secções triangulares. Esta estrutura é revestida por uma pele composta por elementos em cortiça negra e folha de flandres, que podem ser rebatidos ou removidos, criando um jogo dinâmico entre cheios e vazios. O jardim é composto por um canteiro interior de onde nasce uma árvore e por vasos que pontualmente se apropriam do “exterior da pele”. A peça está acoplada a um quadriciclo que permite a sua deslocação através da força motora humana.

Com tudo isto pretendemos que estas performances provoquem e suscitem questões acerca deste constante movimento, onde tudo é efémero.

FAÇA-SE LUZ!

 

Atelier do Rossio

Surgiu em Outubro de 2012, com um colectivo de três jovens, dois arquitectos e um engenheiro civil. Da sua actividade,  destacam-se  diferentes  escalas  de intervenção, desde  a   reabilitação  de   espaços   interiores, passando  pelo desenho de  peças de  mobiliário,  desenho e estratégia de  identidade gráfica e design e, mais recentemente, um hotel  rural, uma  casa  mortuária, um edifício de  exposição, uma  adega e  vários  edifícios  industriais, mostrando um  pouco esta versatilidade de desenho em diferentes tipologias de intervenção.

> “Entre Aduelas” (2013)

>   “Casulo” (2014)