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HHY & THE MACUMBAS

Som > Concertos
PauloPimenta
Local
Adro da Sé de Viseu
Horário
Dia 3 de Julho ás 22h00
Duração
60’ aprox
Público Alvo
M/6
Mecenas
Galp

HHY & The Macumbas é um ensemble de configuração variável que desde 2009 tem vindo a apresentar séries de operações sónicas, juntando os ataques de sopros com a pulsação percussiva, numa máquina elétrica que usa as estratégias do Dub para desvendar o espectro sonoro e os ritmos da selva mental, combinando uma barragem febril de percussões-ossos, sintetizadores eléctricos, sub-graves, massas de sopros e de eco, vibração e ressonância, através do sangue eléctrico da mesa de mistura.
 Entre as influências de HHY & The Macumbas incluem-se Ballard, a Electricidade, Sherwood, a Mineralogia, Burroughs e Carpenter.

Jonathan Uliel Saldanha (HHY), produtor e dub-master da banda e co-fundador do colectivo de criação, investigação e edição SOOPA, colabora igualmente com Raz Mesinai, Mark Stewart, Steve Mackay, Mike Watt, Eyvind Kang, Nyko Ripit (na banda de hip-hop telúrico Fujako), e faz parte do colectivo portuense de produtores de “beats” Faca Monstro. Quando John Zorn viu e ouviu o seu novo trabalho para a Tzadik, “Tunnel Vision”, disse apenas isto: “A 21st century cult classic”.

Os membros de The Macumbas incluem nomes activos em projectos do circuito musical exploratório, como HOMO/HystericalOneManOrchestra, Fail Better e Two White Monsters Around A Round Table.

Agradecimento à Associação de Lazarim.

 

Jonathan Uliel Saldanha | HHY, Dub, Mixer, Órgão, Percussão

Álvaro Almeida | Trompete, Percussão, Baron Samedi

André Rocha | Trompete, Percussão

Brendan Hemsworth | Congas, Percussão Electrónica

Filipe Silva | Maracas, Grito

Frankão | Tamborzão, Percussão Electrónica

João Filipe | Bateria, Gongos, Percussão Electrónica

Nuno Aragão | Som

Rui Fernandes | Trombone

Rui Leal | Baixo

 

+INFO

http://soopa.org/artist/hhy-macumbas/

www.facebook.com/hhythemacumbas

Discografia:

“Legba/Houmfort” (SOOPA, 7’’, 2010)

“Throat Permission Cut” (SILO/Cargo UK, 2014)

IMPRENSA

“If you’re in to melt yourself down, you’re gonna love this”

Mary Anne Hobbs, BBC Radio 6

 

“Os metais surgem como vagas, quais clarins de orquestra épica chorando, altivos, um requiem. À medida que a música avança, porém, a luxúria da percussão impõe-se, o som retalhado do trompete tremeluz sobre as vagas originais e a majestosidade inicial torna-se hipnótica, quase terapêutica — não temos referências precisas, temos o som e a forma como nos conduz, à uma telúrico e fora deste mundo.”

Mário Lopes, Público http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/terra-em-transe-1666453

 

“Ecstatic Free Dub (…) There aren’ too many precedents for this. And that’s what makes it so remarkable. Their opening salvo is creative forward thinking music that deserves to be heard well outside Portugal.”

Bob Baker Fish, Cyclic Defrost  http://www.cyclicdefrost.com/2014/09/hhy-the-macumbas-throat-permission-cut-silo/

 

“A primeval vision, a fantastic allegory of death becoming alive. A great, beautiful record.”

Stefano Isidoro Bianchi, BlowUp Mag

http://www.blowupmagazine.com/prod/blow-up-196-settembre-2014.asp

 

“Tudo nos HHY & The Macumbas parece desconcertante e, na mesma medida, estranhamente coeso.”

Nuno Afonso, Vice http://www.vice.com/pt/read/dez-bandas-portuguesas-que-vos-andam-a-passar-ao-lado-e-nao-deviam

“Voodoo-Cave-Rave (…) There are few projects where the formula “more is more” is so conclusively true than with this daring big-band consortium from Porto. (…) not every soundtrack needs a movie. This one would probably be full of laughing, fluorescent, manic aliens dancing in the dark, who try to conjure something infernal while they are sitting on a time-bomb and tweaking their face tentacles against each other the whole time (…) Ultra-repetitive, transcendent, hypnotic, immersive, gentle, melancholic, powerful, epic and really really horny. Tip: Reanima Eléctrica (so beautiful and pregnant with meaning).”

FreiStil Mag

“il est rare d’entendre une musique aussi sexy et enthousiasmante que conserve une telle classe.”

RIFRAF musiczine

“A massive synapses bombardment in a short circuit between Branca and Sherwood, strong medicine.”

Bad Alchemy magazine – http://www.badalchemy.de

PauloPimenta

HHY & The Macumbas é um ensemble de configuração variável que desde 2009 tem vindo a apresentar séries de operações sónicas, juntando os ataques de sopros com a pulsação percussiva, numa máquina elétrica que usa as estratégias do Dub para desvendar o espectro sonoro e os ritmos da selva mental, combinando uma barragem febril de percussões-ossos, sintetizadores eléctricos, sub-graves, massas de sopros e de eco, vibração e ressonância, através do sangue eléctrico da mesa de mistura.
 Entre as influências de HHY & The Macumbas incluem-se Ballard, a Electricidade, Sherwood, a Mineralogia, Burroughs e Carpenter.

Jonathan Uliel Saldanha (HHY), produtor e dub-master da banda e co-fundador do colectivo de criação, investigação e edição SOOPA, colabora igualmente com Raz Mesinai, Mark Stewart, Steve Mackay, Mike Watt, Eyvind Kang, Nyko Ripit (na banda de hip-hop telúrico Fujako), e faz parte do colectivo portuense de produtores de “beats” Faca Monstro. Quando John Zorn viu e ouviu o seu novo trabalho para a Tzadik, “Tunnel Vision”, disse apenas isto: “A 21st century cult classic”.

Os membros de The Macumbas incluem nomes activos em projectos do circuito musical exploratório, como HOMO/HystericalOneManOrchestra, Fail Better e Two White Monsters Around A Round Table.

Agradecimento à Associação de Lazarim.

 

Jonathan Uliel Saldanha | HHY, Dub, Mixer, Órgão, Percussão

Álvaro Almeida | Trompete, Percussão, Baron Samedi

André Rocha | Trompete, Percussão

Brendan Hemsworth | Congas, Percussão Electrónica

Filipe Silva | Maracas, Grito

Frankão | Tamborzão, Percussão Electrónica

João Filipe | Bateria, Gongos, Percussão Electrónica

Nuno Aragão | Som

Rui Fernandes | Trombone

Rui Leal | Baixo

 

+INFO

http://soopa.org/artist/hhy-macumbas/

www.facebook.com/hhythemacumbas

Discografia:

“Legba/Houmfort” (SOOPA, 7’’, 2010)

“Throat Permission Cut” (SILO/Cargo UK, 2014)

IMPRENSA

“If you’re in to melt yourself down, you’re gonna love this”

Mary Anne Hobbs, BBC Radio 6

 

“Os metais surgem como vagas, quais clarins de orquestra épica chorando, altivos, um requiem. À medida que a música avança, porém, a luxúria da percussão impõe-se, o som retalhado do trompete tremeluz sobre as vagas originais e a majestosidade inicial torna-se hipnótica, quase terapêutica — não temos referências precisas, temos o som e a forma como nos conduz, à uma telúrico e fora deste mundo.”

Mário Lopes, Público http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/terra-em-transe-1666453

 

“Ecstatic Free Dub (…) There aren’ too many precedents for this. And that’s what makes it so remarkable. Their opening salvo is creative forward thinking music that deserves to be heard well outside Portugal.”

Bob Baker Fish, Cyclic Defrost  http://www.cyclicdefrost.com/2014/09/hhy-the-macumbas-throat-permission-cut-silo/

 

“A primeval vision, a fantastic allegory of death becoming alive. A great, beautiful record.”

Stefano Isidoro Bianchi, BlowUp Mag

http://www.blowupmagazine.com/prod/blow-up-196-settembre-2014.asp

 

“Tudo nos HHY & The Macumbas parece desconcertante e, na mesma medida, estranhamente coeso.”

Nuno Afonso, Vice http://www.vice.com/pt/read/dez-bandas-portuguesas-que-vos-andam-a-passar-ao-lado-e-nao-deviam

“Voodoo-Cave-Rave (…) There are few projects where the formula “more is more” is so conclusively true than with this daring big-band consortium from Porto. (…) not every soundtrack needs a movie. This one would probably be full of laughing, fluorescent, manic aliens dancing in the dark, who try to conjure something infernal while they are sitting on a time-bomb and tweaking their face tentacles against each other the whole time (…) Ultra-repetitive, transcendent, hypnotic, immersive, gentle, melancholic, powerful, epic and really really horny. Tip: Reanima Eléctrica (so beautiful and pregnant with meaning).”

FreiStil Mag

“il est rare d’entendre une musique aussi sexy et enthousiasmante que conserve une telle classe.”

RIFRAF musiczine

“A massive synapses bombardment in a short circuit between Branca and Sherwood, strong medicine.”

Bad Alchemy magazine – http://www.badalchemy.de