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HÁ PIRANHA NO JARDIM

Mercados > Piranha Estudios Tattoo & Piercing Friends
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Local
Rua do Comércio
Horário
Sexta e sábado > 11h00-00h00 | Restantes dias > 15h00-00h00

Integrar plenamente a diferença mais alternativa das gentes dos mais recentes tempos e modos, sem parti-pris, sem preconceitos, sem censuras, sem marginalizações, sem exclusões.

«Primeiro estranha-se, depois entranha-se!» dirá, por analogia, sobre a arte da tatuagem, um pessoano mais atento e imaginativo. Aceitação alargada e cúmplice das mais alternativas afirmações das gentes da urbanidade actual. Recusa liminar de costumeiras e atávicas neofobias.

Porque as tatuagens são as afirmações pessoais mais indeléveis e mais marcadamente sensoriais, mais “de pele”, que traduzem a identidade mais invisível e interna dos tatuados. Os corpos ostentam desenhos com arte e minúcia, numa exibição figurante que cruza transversalmente os gostos identitários das mais diversificadas gentes, condições etárias, geracionais, sociais. Conformando pela mimesis histriónica as mais diversificadas visualidades recentes. Um desejo sensorial de exprimir e exteriorizar um pensamento identitário íntimo e interior. Um tornar visível uma identidade interna invisível.

Mas, afinal, a prática da tatuagem resulta apenas num retorno descomplexado aos rituais mais arcaicos das comunidades humanas, quando a afirmação gentílica, geracional ou de género era plasmada nas peles de cada um. Os novos impactos visuais da tatuagem apenas nos tornam os continuadores dos nossos ancestrais mais longínquos. Mais próximos ficamos dos primeiros homo-sapiens, apesar de tão distantes, mais iguais, apesar de tão diferentes.

 

«O eterno retorno do mesmo ao mesmo através do diverso!» (F. W. Nietzsche)

 

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Integrar plenamente a diferença mais alternativa das gentes dos mais recentes tempos e modos, sem parti-pris, sem preconceitos, sem censuras, sem marginalizações, sem exclusões.

«Primeiro estranha-se, depois entranha-se!» dirá, por analogia, sobre a arte da tatuagem, um pessoano mais atento e imaginativo. Aceitação alargada e cúmplice das mais alternativas afirmações das gentes da urbanidade actual. Recusa liminar de costumeiras e atávicas neofobias.

Porque as tatuagens são as afirmações pessoais mais indeléveis e mais marcadamente sensoriais, mais “de pele”, que traduzem a identidade mais invisível e interna dos tatuados. Os corpos ostentam desenhos com arte e minúcia, numa exibição figurante que cruza transversalmente os gostos identitários das mais diversificadas gentes, condições etárias, geracionais, sociais. Conformando pela mimesis histriónica as mais diversificadas visualidades recentes. Um desejo sensorial de exprimir e exteriorizar um pensamento identitário íntimo e interior. Um tornar visível uma identidade interna invisível.

Mas, afinal, a prática da tatuagem resulta apenas num retorno descomplexado aos rituais mais arcaicos das comunidades humanas, quando a afirmação gentílica, geracional ou de género era plasmada nas peles de cada um. Os novos impactos visuais da tatuagem apenas nos tornam os continuadores dos nossos ancestrais mais longínquos. Mais próximos ficamos dos primeiros homo-sapiens, apesar de tão distantes, mais iguais, apesar de tão diferentes.

 

«O eterno retorno do mesmo ao mesmo através do diverso!» (F. W. Nietzsche)