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Daniel Macedo Pinto

Performance Poética
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Local
Local | Passeio dos Cónegos e Jardim Barroco ao lado da muralha (Praça. D. Duarte)

Daniel Macedo Pinto, actor, apresenta dois textos épicos de estilo bop, representativos de todo um grito geracional: “O Uivo” de Allen Ginsberg, um dos escritores da geração beat, e Orihuela – “Que o fogo recorde os nossos nomes”, um poema contemporâneo, que celebra a energia bop dos beatniks. Ambos representam um adeus a um tempo, às dores dessa geração de 70-80 e uma mensagem de resistência aos tempos de hoje.

 

Performance Poética

Que o Fogo Recorde os Nossos Nomes

António Orihuela

20’

25’ Poema Visual

Que o Fogo Recorde os Nossos Nomes é um poema épico e elegíaco, que através da reiteração do adeus, palavra que vai sendo repetida ao longo de todo o poema, procura-se conservar o aroma a canção, uma canção que vai subindo de tom até se converter num uivo, num grito desgarrado, num hino punk. O poema, apesar de nenhuma pista ser dada, surge de uma repentina doença que pode a qualquer momento acabar com a vida do poeta.

Que o Fogo Recorde os Nossos Nomes, é uma elegia onde o autor percorre a sua vida saudando com um adeus os seus entes queridos, os seus amigos, a sua geografia sentimental e o tempo vivido. Todos eles – pessoas, lugares e coisas – aparecem como fogachos, imagens breves, congeladas mas cheias de intensidade. Estas imagens vão sendo misturadas com as do seu tempo histórico e com as tentativas de outros que tentaram mostrar-nos a possibilidade de viver uma outra vida, mais plena, mais cheia, mais intensa e, acima de tudo, mais nossa.

Assim, o autor consegue um poema coral, geracional, um poema que é a vida de todos aqueles que nasceram na segunda metade do século XX e que se reconhecem nestes versos do tempo da sua vida.

O extenso poema está cheio de pistas, de revelações sobre a nossa história recente e comum, mas também está escrito confiante que o leitor atento descubra nele os seus vários níveis de leitura.

A clara mensagem de transgressão e transformação espiritual que o poeta pretende, e defendida nestes versos, é a única solução para combater o imundo em que nos fazem viver.

António Orihuela

 

(a) – “O Uivo” de Allen Ginsberg > 20’

(b) – Orihuela – “Que o fogo recorde os nossos nomes” > 20’

 

4 Julho > Jardim Barroco (a) 19h00; Jardim Barroco 22h00 (b)

5 e 7 Julho > Jardim Barroco às 22h00 (b)

6 e 8 Julho > Jardim Barroco às 22h00 (a)

9 Julho > Jardim Barroco 19h00 (b)

10 Julho > Jardim Barroco 19h00 (b); Jardim Barroco 22h00 (a)

11 Julho > Jardim Barroco 19h00 (a) ; Jardim Barroco 22h00 (b)

 

António Orihuela (Moguer, Huelva, 1965) poeta espanhol, doutorado em História pela Universidade de Sevilha. Desde tenra idade juntou a sua paixão pela escrita criativa com as suas preocupações sociopolíticas, para acabar como um dos últimos representantes da poesia comprometida espanhola. A sua obra literária e intelectual tem um marcado carácter libertário, e o autor participa do movimento colectivo da poesia da consciência, do início dos anos noventa. Já participou em mais de 100 exposições de poesia visual.

Daniel Macedo Pinto, actor e diseur desde 1999, tendo já integrado mais de sessenta produções teatrais com várias companhias. Trabalhou com encenadores como Alan Richardson, José Wallenstein, Kuniaki Ida, Nuno Cardoso, Pedro Giestas, Francisco Alves, Jorge Silva Melo, Nuno Carinhas, Ricardo Alves, Rafaela Santos, Cristina Carvalhal, Zeferino Mota, Joana Craveiro, António Capelo, Gonçalo Amorim e Ligia Roque Locutor da Portoeditora desde 2004. Fundador do Grémio Vimaranense e do Grémio Bracarense, clubes de leitura de textos teatrais. Em Viseu, participou na produção de “Dentro”, direcção de Sónia Barbosa, integrado nos Jardins Efémeros 2014.

Vera Feu, artista visual e performer, desenvolve trabalho na área da fotografia conceptual e performativa desde 2003, tendo participado em várias exposições individuais e colectivas em Lisboa. Professora de integração e educação pela Arte na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa desde 2005, trabalha conceitos como intervenção social e as novas tecnologias nas artes performativas. Elabora um poema visual tendo como base a sua reflexão sobre as palavras de António Orihuela, e sublinha a importância da percepção e da assimilação do ”todo do tempo” a cada momento.

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Daniel Macedo Pinto, actor, apresenta dois textos épicos de estilo bop, representativos de todo um grito geracional: “O Uivo” de Allen Ginsberg, um dos escritores da geração beat, e Orihuela – “Que o fogo recorde os nossos nomes”, um poema contemporâneo, que celebra a energia bop dos beatniks. Ambos representam um adeus a um tempo, às dores dessa geração de 70-80 e uma mensagem de resistência aos tempos de hoje.

 

Performance Poética

Que o Fogo Recorde os Nossos Nomes

António Orihuela

20’

25’ Poema Visual

Que o Fogo Recorde os Nossos Nomes é um poema épico e elegíaco, que através da reiteração do adeus, palavra que vai sendo repetida ao longo de todo o poema, procura-se conservar o aroma a canção, uma canção que vai subindo de tom até se converter num uivo, num grito desgarrado, num hino punk. O poema, apesar de nenhuma pista ser dada, surge de uma repentina doença que pode a qualquer momento acabar com a vida do poeta.

Que o Fogo Recorde os Nossos Nomes, é uma elegia onde o autor percorre a sua vida saudando com um adeus os seus entes queridos, os seus amigos, a sua geografia sentimental e o tempo vivido. Todos eles – pessoas, lugares e coisas – aparecem como fogachos, imagens breves, congeladas mas cheias de intensidade. Estas imagens vão sendo misturadas com as do seu tempo histórico e com as tentativas de outros que tentaram mostrar-nos a possibilidade de viver uma outra vida, mais plena, mais cheia, mais intensa e, acima de tudo, mais nossa.

Assim, o autor consegue um poema coral, geracional, um poema que é a vida de todos aqueles que nasceram na segunda metade do século XX e que se reconhecem nestes versos do tempo da sua vida.

O extenso poema está cheio de pistas, de revelações sobre a nossa história recente e comum, mas também está escrito confiante que o leitor atento descubra nele os seus vários níveis de leitura.

A clara mensagem de transgressão e transformação espiritual que o poeta pretende, e defendida nestes versos, é a única solução para combater o imundo em que nos fazem viver.

António Orihuela

 

(a) – “O Uivo” de Allen Ginsberg > 20’

(b) – Orihuela – “Que o fogo recorde os nossos nomes” > 20’

 

4 Julho > Jardim Barroco (a) 19h00; Jardim Barroco 22h00 (b)

5 e 7 Julho > Jardim Barroco às 22h00 (b)

6 e 8 Julho > Jardim Barroco às 22h00 (a)

9 Julho > Jardim Barroco 19h00 (b)

10 Julho > Jardim Barroco 19h00 (b); Jardim Barroco 22h00 (a)

11 Julho > Jardim Barroco 19h00 (a) ; Jardim Barroco 22h00 (b)

 

António Orihuela (Moguer, Huelva, 1965) poeta espanhol, doutorado em História pela Universidade de Sevilha. Desde tenra idade juntou a sua paixão pela escrita criativa com as suas preocupações sociopolíticas, para acabar como um dos últimos representantes da poesia comprometida espanhola. A sua obra literária e intelectual tem um marcado carácter libertário, e o autor participa do movimento colectivo da poesia da consciência, do início dos anos noventa. Já participou em mais de 100 exposições de poesia visual.

Daniel Macedo Pinto, actor e diseur desde 1999, tendo já integrado mais de sessenta produções teatrais com várias companhias. Trabalhou com encenadores como Alan Richardson, José Wallenstein, Kuniaki Ida, Nuno Cardoso, Pedro Giestas, Francisco Alves, Jorge Silva Melo, Nuno Carinhas, Ricardo Alves, Rafaela Santos, Cristina Carvalhal, Zeferino Mota, Joana Craveiro, António Capelo, Gonçalo Amorim e Ligia Roque Locutor da Portoeditora desde 2004. Fundador do Grémio Vimaranense e do Grémio Bracarense, clubes de leitura de textos teatrais. Em Viseu, participou na produção de “Dentro”, direcção de Sónia Barbosa, integrado nos Jardins Efémeros 2014.

Vera Feu, artista visual e performer, desenvolve trabalho na área da fotografia conceptual e performativa desde 2003, tendo participado em várias exposições individuais e colectivas em Lisboa. Professora de integração e educação pela Arte na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa desde 2005, trabalha conceitos como intervenção social e as novas tecnologias nas artes performativas. Elabora um poema visual tendo como base a sua reflexão sobre as palavras de António Orihuela, e sublinha a importância da percepção e da assimilação do ”todo do tempo” a cada momento.