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Cidade Museu

Som > Concerto
CIDADE MUSEU
Local
Catedral de Viseu
Horário
10 de Julho > 22h15
Duração
50’ aprox.
Público Alvo
M/6
Mecenas
Caixa Geral de Depósitos

A “Cidade Museu” explora cinco espaços devolutos ou em transição da cidade de Viseu através do conceito de ressonância. A activação e captação dos espaços desenvolve uma memória audio-visual que reflecte arquitecturas, histórias e vivências enquanto cria a noção de lugar através de sons e imagens.

O projecto reúne uma equipa de músicos ligados à música contemporânea, electroacústica e improvisação com um artista plástico focado na fotografia e vídeo. Cada elemento do grupo explora os espaços seleccionados de forma a que estes possam ser activados por instrumentos e projecção sonora num processo iteractivo em que a fonte de activação dá gradualmente lugar as características de cada espaço, as suas ressonâncias e características acústicas.

A Cidade Museu vem, nesta performance, expor o contraste entre a imponência e arquitectura multi-facetada da Sé Catedral com espaços que se espalham pela cidade à espera de um novo futuro, neste caso o antigo Orfeão, antiga Comissão Vitivinícola, casarão da Junta Autónoma de Estradas, casa e logradouro na rua Silva Gaio e o antigo matadouro.

A performance na Sé é caracterizada pelo uso do espaço como plataforma para a distribuição dos músicos, de uma sistema sonoro de oito canais e de projecções. O público é convidado e explorar as relações entre os vários edifícios e suas histórias.

 

Pedro Rebelo (direcção, piano e electrónica)

Ricardo Jacinto (violoncelo e electrónica)

Franziska Schroeder (saxofones)

André Cepeda (fotografia e projecção)

 

Pedro Rebelo é compositor, performer e artista sonoro, natural de Viseu, e activo nos campos da música de câmara, improvisação e instalação. Recentemente, dirigiu projectos participativos com comunidades em Belfast e nas favelas da Maré, Rio de Janeiro. É actualmente professor catedrático de artes sonoras no Sonic Arts Research Centre e director de investigação na School of Creative Arts, Queen’s University Belfast

 

Franziska Schroeder é uma saxofonista e investigadora natural de Berlin. Estudou música contemporânea para saxofone na Austrália e em 2006 finalizou o seu doutoramento na Universidade de Edimburgo. Franziska é actualmente professora na School of Creative Arts, Queen’s University Belfast, onde lecciona improvisação, performance digital e teoria.

 

Ricardo Jacinto vive e trabalha em Lisboa e Belfast. Como artista e músico, foca as suas actividades na relação entre som e espaço. É  licenciado em Arquitetura pela Universidade de Lisboa e é, actualmente, aluno de doutoramento no Sonic Arts Research Centre, Belfast.

 

André Cepeda nasceu em Coimbra, em 1976. Vive e trabalha no Porto e, actualmente, é representado pelas galerias Cristina Guerra e Pedro Oliveira. Cepeda começou a expor regularmente em 1999, ano em que recebeu uma bolsa de residência no Espace Photographique Contretype, em Bruxelas.

CIDADE MUSEU

A “Cidade Museu” explora cinco espaços devolutos ou em transição da cidade de Viseu através do conceito de ressonância. A activação e captação dos espaços desenvolve uma memória audio-visual que reflecte arquitecturas, histórias e vivências enquanto cria a noção de lugar através de sons e imagens.

O projecto reúne uma equipa de músicos ligados à música contemporânea, electroacústica e improvisação com um artista plástico focado na fotografia e vídeo. Cada elemento do grupo explora os espaços seleccionados de forma a que estes possam ser activados por instrumentos e projecção sonora num processo iteractivo em que a fonte de activação dá gradualmente lugar as características de cada espaço, as suas ressonâncias e características acústicas.

A Cidade Museu vem, nesta performance, expor o contraste entre a imponência e arquitectura multi-facetada da Sé Catedral com espaços que se espalham pela cidade à espera de um novo futuro, neste caso o antigo Orfeão, antiga Comissão Vitivinícola, casarão da Junta Autónoma de Estradas, casa e logradouro na rua Silva Gaio e o antigo matadouro.

A performance na Sé é caracterizada pelo uso do espaço como plataforma para a distribuição dos músicos, de uma sistema sonoro de oito canais e de projecções. O público é convidado e explorar as relações entre os vários edifícios e suas histórias.

 

Pedro Rebelo (direcção, piano e electrónica)

Ricardo Jacinto (violoncelo e electrónica)

Franziska Schroeder (saxofones)

André Cepeda (fotografia e projecção)

 

Pedro Rebelo é compositor, performer e artista sonoro, natural de Viseu, e activo nos campos da música de câmara, improvisação e instalação. Recentemente, dirigiu projectos participativos com comunidades em Belfast e nas favelas da Maré, Rio de Janeiro. É actualmente professor catedrático de artes sonoras no Sonic Arts Research Centre e director de investigação na School of Creative Arts, Queen’s University Belfast

 

Franziska Schroeder é uma saxofonista e investigadora natural de Berlin. Estudou música contemporânea para saxofone na Austrália e em 2006 finalizou o seu doutoramento na Universidade de Edimburgo. Franziska é actualmente professora na School of Creative Arts, Queen’s University Belfast, onde lecciona improvisação, performance digital e teoria.

 

Ricardo Jacinto vive e trabalha em Lisboa e Belfast. Como artista e músico, foca as suas actividades na relação entre som e espaço. É  licenciado em Arquitetura pela Universidade de Lisboa e é, actualmente, aluno de doutoramento no Sonic Arts Research Centre, Belfast.

 

André Cepeda nasceu em Coimbra, em 1976. Vive e trabalha no Porto e, actualmente, é representado pelas galerias Cristina Guerra e Pedro Oliveira. Cepeda começou a expor regularmente em 1999, ano em que recebeu uma bolsa de residência no Espace Photographique Contretype, em Bruxelas.