O que estás aqui a fazer?
A interrogação é o primeiro passo para a descoberta. A resposta científica é o maior desafio aos limites da imaginação, abrindo os horizontes da liberdade para criar e evoluir.
Este projecto alia a arte de representar à actividade experimental para promover a capacidade de interrogar, imaginar e encontrar a emoção pela descoberta individual.
Um processo de construção do ser pelo conhecimento enriquecedor da vida e alicerce da identidade plena, direito fundamental.
Actividade protagonizada por uma actriz que conduz o público na descoberta dos mitos e histórias fantásticas criadas em torno do arco-íris, aliada às experiências de Newton sobre as cores da luz com explicação científica.
Com esta experiência, queremos pensar a evolução do conhecimento e o papel da ciência na dimensão do olhar para ver e sentir. Como é libertadora da capacidade de sonhar e imaginar para melhor percepcionar a realidade e a poesia das coisas.
Filipa Assis
Natural de Viseu (1965). Licenciou-se em Geologia e em 2003 inicia o seu trabalho na área da Divulgação de Ciência (Fábrica – Centro Ciência Viva de Aveiro). Em 2010 fez mestrado nessa área pela Universidade de Aveiro. Actualmente, desenvolve de forma autónoma o projecto que iniciou em 2008, onde procura o cruzamento entre a forma de comunicar em oficinas de divulgação de ciência em Centros de Ciência e Artes Cénicas.
Graça Ochoa
Nasceu em Lisboa em 1978. Estudou teatro na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, curso que terminou em 2002. Em 2014 concluiu o mestrado em teatro – área de especialização de encenação e interpretação, na mesma escola.
Como complemento da sua formação académica, realizou diversos cursos na área da dança, do teatro, do clown e da pedagogia, dos quais destaca o Curso de Técnicas de Dança para a Comunidade do Fórum Dança, a Formação Intensiva Acompanhada do C.E.M. – Centro Em Movimento, o Curso de Teatro do Gesto com Norman Taylor.
Como actriz trabalhou essencialmente com a Companhia Circulando nos espectáculos “Caixa Insólita”, “Giroflé”, “Casa Abrigo”, “Mansarda” e, mais recentemente, “Água”.
Em 2005 estreou “A Galinha da Minha Vizinha”, um espectáculo de palhaço a solo – projecto satélite da Companhia Circolando.
Com a Fiar – Associação Cultural de Palmela participou como actriz no espectáculo “Engraxadores” criado em 2010 e em 2012, em parceria com Alberto Carvalhal, dirigiu o espectáculo “Balançando” com o Grupo de Cantares Alentejanos do Bairro Alentejano de Palmela.
Em 2013 estreou “Sopa de Jerimú”, um solo de teatro-dança e em 2014 “Viúva Papagaio”, criado em parceria com Alberto Carvalhal a partir do conto “A Viúva e o Papagaio” de Virginia Woolf, a convite do Serviço Educativo do Teatro Municipal do Porto, ambos projectos satélite da Companhia Circolando.
A sua pesquisa de mestrado incide sobre a temática do feminino e desenvolve em 2013 o espectáculo “Yoni”, uma criação colectiva de quatro actrizes e duas cenógrafas. Em 2014 dirige “Liquefacção – Natureza Viva com Frutas”, projecto final de mestrado criado com um grupo de mulheres não actrizes.
Luís Carvalheiro
Tem um percurso de formação intimamente ligado à Física. Professor por formação inicial, tem vindo a exercer a sua actividade profissional na Escola Superior de Educação de Viseu em cursos de formação inicial de Professores e Educadores de Infância. Ao longo da sua carreira tem vindo a intervir, como comunicador e divulgador de Ciência, em vários contextos e para os mais diversos públicos. Assume a música como paixão, paralelamente com a promoção da cultura científica e a exploração de conceitos da Física sob as mais variadas abordagens.


