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8 E METADE, TROPEÇANDO COM FELLINI

Artes Visuais > Instalação Fotográfica
Eduardo Rosas
eduardo.rosas.cor
Local
Pharmacia Coffee Bar and Store, Rua Direita nº 247
Horário
22h00 > 00h00

É na realidade subjectiva do Eu que se constrói toda a narrativa.

A força criativa tem na ocupação do espaço pela matéria muda da expressividade e na memória fatiada de dificil artificialidade, o embrião pessoal e identificativo.

Na dança do ego, levado ao limite, entre Homem e arte, ou seja, na relação onírica imposta pelo devaneio pessoal e corporal que explora vozes estéticas sussurradas sem medo.

A proximidade lúdica de sentidos e satisfações dobradas, como principal veículo dialogante.

A gritante satisfação estética de Fellini, ouvida nos traços certos da sua palete de personagens, é desafiada nesta instalação fotográfica e os percursos que encaminham o espectante olhar de quem a observa, nessa dança de sentidos sem retorno

Eduardo Rosas

Porto (1965). Aos 25 anos inicia a sua colaboração com a Associated Press, que o leva a percorrer mundo e mundos como fotojornalista de conflitos bélicos. Após 16 anos de colaboração com a AP, inicia o seu percurso a solo, pesquisando narrativas estéticas através da fotografia de autor e documental, percurso esse que ainda hoje mantém.

 

 

 

eduardo.rosas.cor

É na realidade subjectiva do Eu que se constrói toda a narrativa.

A força criativa tem na ocupação do espaço pela matéria muda da expressividade e na memória fatiada de dificil artificialidade, o embrião pessoal e identificativo.

Na dança do ego, levado ao limite, entre Homem e arte, ou seja, na relação onírica imposta pelo devaneio pessoal e corporal que explora vozes estéticas sussurradas sem medo.

A proximidade lúdica de sentidos e satisfações dobradas, como principal veículo dialogante.

A gritante satisfação estética de Fellini, ouvida nos traços certos da sua palete de personagens, é desafiada nesta instalação fotográfica e os percursos que encaminham o espectante olhar de quem a observa, nessa dança de sentidos sem retorno

Eduardo Rosas

Porto (1965). Aos 25 anos inicia a sua colaboração com a Associated Press, que o leva a percorrer mundo e mundos como fotojornalista de conflitos bélicos. Após 16 anos de colaboração com a AP, inicia o seu percurso a solo, pesquisando narrativas estéticas através da fotografia de autor e documental, percurso esse que ainda hoje mantém.